Adjunta
☰
Segurança

Onde ficam os dados do seu escritório

O conteúdo dos seus casos é material sob sigilo profissional. Esta página diz, sem rodeio, por onde ele passa, quem o processa em nosso nome, o que fazemos para separá-lo do dado dos outros escritórios e o que a plataforma não faz — inclusive quando seria conveniente dizer que faz.

Quem processa dados em nosso nome

Para operar a plataforma, contratamos prestadores que tratam dados sob nossas instruções. São estas as funções — não há outras. Para cada uma, o que sai daqui e o que impede que saia mais do que isso:

Banco de dados e autenticação

Cadastro do escritório e da equipe, clientes, casos, conversas, peças, processos e prazos.

Isolamento por escritório no próprio banco: uma consulta feita fora do seu escritório não devolve linha alguma, mesmo que a aplicação erre.

Hospedagem da aplicação

Tráfego da aplicação e registros de acesso.

Tráfego cifrado ponta a ponta; sem conteúdo de caso em log.

Modelo de inteligência artificial

Apenas o texto do caso necessário para produzir a resposta pedida naquele momento — nunca a sua base inteira.

Contratualmente vedado usar o conteúdo dos seus casos para treinar modelo.

Pagamentos

Dados de assinatura e cobrança.

O número do cartão não passa pelos nossos servidores em momento algum.

E-mail transacional

Endereço dos membros do escritório e o conteúdo dos avisos de publicação e prazo.

Usado só para aviso do produto; nunca para lista de marketing.

Transcrição de áudio

Somente o arquivo de áudio enviado pelo escritório para transcrição, no momento do envio.

Contratualmente vedado treinar modelo com o conteúdo; retenção zero configurada — o áudio vira texto e não fica no fornecedor.

Parte desses prestadores trata dados fora do Brasil — nos Estados Unidos e na União Europeia. Se isso for impeditivo para a sua banca, é melhor saber agora do que depois.

A lista nominal e atualizada desses prestadores existe e é sua por direito. Nos dados dos seus casos quem responde como controlador é você, e não o Adjunta — então você recebe os nomes dentro do produto, em Ajuda, e no contrato de operador. Qualquer titular também pode pedi-la pelo canal de privacidade. O que não fazemos é publicar um catálogo de fornecedores numa página aberta: isso informa mais o concorrente do que o cliente, e nada do que importa para a sua decisão depende do nome comercial de quem hospeda o banco — depende do que sai daqui, com que salvaguarda e sob que lei, que está tudo acima.

Em repouso, o banco cifra os dados em disco (AES-256) por padrão; em trânsito, o tráfego vai por TLS.

Seu caso não vira treino de modelo

Nenhum conteúdo dos seus casos é usado para treinar modelo de inteligência artificial — nem nosso, nem de terceiro. Não existe rotina de treinamento na plataforma: o texto vai ao modelo para produzir a resposta que você pediu naquele momento e volta como resposta. Ele não alimenta produto analítico, não é reaproveitado para outro escritório e não é vendido.

Um escritório não enxerga o outro

O isolamento não é uma checagem no código da aplicação — é Row Level Security no próprio Postgres. Cada tabela do schema da aplicação tem política que exige vínculo do usuário com o escritório dono da linha; a verificação acontece no servidor de banco, em toda leitura e toda escrita. Consulta feita sem esse vínculo não devolve linha nenhuma.

Dentro do escritório, o acesso é da equipe que você cadastrou. Os dados de cobrança e de consumo são gravados apenas por processos internos do servidor — nem você nem sua equipe escrevem neles.

Quem administra a plataforma também não escapa disso. A conta administrativa não é membro de nenhum escritório: sem vínculo, o RLS não lhe dá acesso a caso, peça, documento ou intimação de cliente algum. Os painéis internos que precisam de número da plataforma leem somente agregados de custo.

Sigilo profissional, papéis e base legal

O conteúdo dos casos está coberto pelo sigilo profissional da advocacia (art. 7º, XIX, do Estatuto da OAB) e pode conter dado pessoal sensível. Tratamos esse conteúdo exclusivamente para prestar o serviço a você.

São dois papéis distintos, e a diferença importa:

  • Dados de clientes, partes e processos que você insere: o controlador é o seu escritório. A Adjunta é operadora e trata esses dados sob as suas instruções.
  • Dados da sua conta, do escritório e da cobrança: aí somos controladores, e a Política de Privacidade descreve cada finalidade.

A base legal do tratamento dos dados das partes e dos processos é o exercício regular de direitos em processo — art. 7º, VI, da LGPD e, para dado pessoal sensível, art. 11, II, “d”. Não é consentimento do titular, e por isso a plataforma não pede consentimento a quem é parte no processo: essa base cobre a finalidade processual e nada além dela.

Segredo de justiça

O que o produto faz: o monitoramento lê fontes oficiais de acesso público — em especial as comunicações publicadas no Diário de Justiça Eletrônico Nacional (DJEN), que é onde o prazo começa a correr. Processo em segredo de justiça não é publicado nessas fontes, e a plataforma não tenta contorná-las: não usamos credencial de tribunal nem raspagem de página autenticada.

O que depende de você: o que é digitado ou anexado no chat entra por sua mão. A plataforma não identifica sozinha que um texto colado corre sob segredo de justiça e não bloqueia o envio. A decisão sobre o que inserir — e sobre o que manter fora — continua sendo do advogado responsável, como qualquer outra decisão sobre material sigiloso do escritório.

Exportar e excluir, quando você quiser

Exportar: em Conta, dentro da aplicação, um botão baixa um arquivo com os dados do seu escritório — clientes, casos, conversas, peças, processos e prazos (portabilidade, art. 18 da LGPD). Sem pedido por e-mail, sem espera.

Excluir: o dono do escritório pode apagar tudo na mesma tela. Exige digitar o nome exato do escritório, cancela a assinatura vigente e remove em cascata clientes, casos, conversas, peças, processos e prazos. É irreversível — e é para ser mesmo.

O que a Adjunta não faz

Não protocola peça

Nenhum documento sai daqui para o tribunal. A minuta chega à sua mesa; o protocolo é ato seu.

Não usa seu certificado digital, nem acessa seu PJe

A plataforma não pede, não guarda e não opera credencial de tribunal. As publicações do DJEN são lidas pela API Comunica, de consulta aberta.

Não presta consultoria jurídica

É ferramenta de apoio ao advogado. Não há relação de cliente entre a Adjunta e quem quer que seja do outro lado do seu processo.

Não substitui a sua conferência

A IA pode errar. Todo conteúdo gerado — inclusive a jurisprudência sugerida — precisa ser revisado por você antes de qualquer uso.

Não vende dado e não rastreia

Não comercializamos dados pessoais. A aplicação usa apenas cookies essenciais de sessão, sem rastreadores de terceiros.

Os documentos

Esta página resume o que o produto faz. O que vincula são os documentos: